Bem Vindo a este Blog Católico Mariano e Pró-Vida!!!

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A Vida Humana Começa com a Concepção, por isso o aborto É Crime e como tal deve ser tratado!!!







Quem Ama Não Mata!!!







Salve Maria!!!































Coração Imaculado de Maria Livrai o Brasil da Maldição do Aborto!!!
































Catolicismo e Defesa da Vida Nascitura!!!

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quinta-feira, 19 de abril de 2012

Fraternidade, Saúde Pública e Aborto!!!

Fraternidade, Saúde Pública e Aborto!!!

     Caros Irmãos e Irmãs: -

   Eu não poderia deixar de transcrever neste blog, doía artigos tirados do site Presbíteros, sobre a Campanha da Fraternidade deste ano e o aborto!!! Estes artigos são excelentes e o autor de ambos é o Pe. Anderson Alves, doutorando em Filosofia na Pontifícia Universidade da Santa Cruz, em Roma!!!

http://www.presbiteros.com.br/site/fraternidade-saude-publica-e-aborto/




CNBB
Fraternidade, saúde pública e aborto (I)
   A Quaresma iniciou no Brasil e esse ano a Igreja Católica propõe como tema da “Campanha da Fraternidade” o lema “a fraternidade e saúde pública”. O objetivo da Igreja é de incentivar a reflexão e a participação social dos seus fieis e dos homens de boa vontade na defesa e na promoção da vida humana no nosso País.
   Um tema que pode suscitar reflexões nessa Campanha é certamente o aborto que, segundo altos funcionários do nosso Governo, é uma questão de “saúde pública”. De fato, assim afirmou recentemente a Sra. Eleonora Menicucci, que tomou posse há poucos dias como ministra da das Mulheres. Além disso, foi noticiado no Diário da União em 4 de outubro de 2010 que o Ministério da Saúde havia prorrogado um convênio com a Fundação Oswaldo Cruz, do Rio de Janeiro, para estudar mudanças na legislação brasileira sobre o aborto. O projeto chamava-se “Estudo e Pesquisa – Despenalizar o Aborto no Brasil” e vem sendo feito desde 2007  [i] .
   Essas notícias dão a muitos a sensação de que o direito à vida no Brasil está com seus dias contados. Provavelmente, em breve, cada brasileiro que nascer deverá ser considerado um sobrevivente, pois ficará privado de direitos e da proteção legal na fase mais delicada da sua vida.
   Podemos nos perguntar: Quais seriam os motivos que levam a algumas pessoas a assumir tão radicalmente um compromisso com a despenalização e promoção do aborto? Analisemos alguns desses aqui com o fim de colaborar com algumas reflexões sobre esse tema.

1) A vontade popular? Há quem diga que a despenalização do aborto no Brasil seria algo querido pelo nosso povo, de modo que poderia ser considerado como uma conquista democrática. Será realmente assim? Vejamos alguns dados: no dia 08/10/2010 o Instituto Datafolha realizou uma pesquisa em todo o País sobre o tema  [ii] . O resultado foi que 71% da nossa população pensa que a lei do aborto deve continuar como está. Em 1993 o índice de pessoas que diziam que a legislação deve continuar como estava era de 54%, em 1997 era de 55% e em 2006, 63%. Ou seja, quanto mais passa o tempo, mais o nosso povo se mostra contrário ao aborto, assim como ocorre em diversos países onde essa prática é legal. Há algum tempo atrás foi feita uma enquete na website do Senado Federal sobre o aborto dos anencéfalos. O resultado apontou que 61% se declara contrária a essa prática  [iii] . O que tudo indica a rejeição ao aborto no nosso País cresce a cada ano num ritmo veloz e, infelizmente, com a mesma velocidade cresce o empenho de uma parte de nossos políticos em legalizá-lo.

2) Questão de saúde pública? Qual seria a base de tal afirmação? São as seguintes: a Federação Internacional de Planejamento familiar (IPPF) afirma que no Brasil existem cerca de 200.000 mulheres internadas todos os anos por complicações devidas ao aborto  [iv] , sendo o número de morte bastante elevado. De modo semelhante, a Organização Mundial de Saúde (OMS) afirma que na América Latina ocorrem anualmente 3.700.000 abortos ilegais e que 62.900 mulheres morrem em decorrência de complicações dos mesmos  [v] . Além disso, na metade de fevereiro de 2012 tivemos a notícia de que o governo brasileiro foi questionado pela CEDAW (Comitê para a Eliminação da Discriminação contra as Mulheres), órgão da ONU, por causa de 200.000 mulheres que morrem a cada ano no nosso País devido a abortos ilegais  [vi] .

   Mas são verdadeiros esses números? Em primeiro lugar devemos saber que essas instituições não possuem nenhum hospital no Brasil e nenhuma equipe que recolha dados estatísticos nos hospitais brasileiros e latino-americanos. Na verdade, os únicos dados científicos que temos são os dados do DATASUS, do Ministério da Saúde. Esses dados provêm de cada caso clínico, já que o médico que atende é obrigado a marcar num relatório diário cada procedimento que realiza. Os últimos dados divulgados por esse organismo no Brasil são os de 2010 e mostram que naquele ano houve 1.358 mortes no Brasil em mulheres em idade fértil durante a gravidez, parto ou aborto  [vii] . Em relação ao aborto, foram 83 mortes. (Em 1996 foram 146 e em 2004 foram 156). A “ministra das Mulheres” naquela reunião da ONU disse que o aborto estava entre as 5 causas de mortes de mulheres no Brasil; notícia essa negada pelo ministro da Saúde, Sr. Alexandre Padilha, que estimou em 1.800 mulheres ao ano o número de mulheres mortas nessas circunstâncias  [viii] . Evidentemente, como bem observou a Dra. Lenise Garcia  [ix] , se fosse verdade que 200.000 mulheres morrem ao ano no Brasil e que essa é a quinta causa de mortes entre mulheres, isso significaria ao menos 1 milhão de mulheres morrem por ano no Brasil e nossa população estaria entrando em processo de extinção, algo totalmente absurdo, basta conferir os dados do último Censo nacional.
   É interessante notar que esses números do Brasil seriam menos de 0,02% dos dados da ONU para a América Latina. Há quem diga que esses dados são subnotificados para evitar complicações legais, mas isso é uma mentira desavergonhada, pois nesses dados não se inclui a ficha clínica do paciente e nenhum dos seus dados é vinculado ao procedimento realizado. Tais informações são meramente estatísticas e não servem de provas legais contra nenhum paciente.
   Além disso, se o aborto fosse considerado “questão de saúde pública”, como se a gravidez fosse uma doença a ser eliminada, isso traria mais problemas ao nosso País do que soluções. Vejamos bem:

a) Em primeiro lugar porque isso exigiria do Estado a assistência às mulheres que quisessem abortar. De modo que se o aborto deixasse de ser considerado crime e passasse a ser um “direito do cidadão”, consequentemente se tornaria também um “dever do Estado”  [x] . Isso implicaria um evidente aumento no custo com a saúde pública e, ao mesmo tempo, um desrespeito à consciência dos agentes de saúde que seriam obrigados a praticar o aborto, mesmo os que são contrários a tal prática. A conseqüência é que o pessoal do serviço médico deveria escolher entre fazer uma violência às suas consciências (para não ter que perder o emprego e o prestigio profissional); ou uma violência contra tantos seres humanos indefesos. De modo que se o aborto fosse considerado, injustificadamente, “questão de saúde pública” todo esse pessoal que estuda para salvar vidas, seria obrigado a praticar técnicas que só produzem morte e sofrimento.

b) Outro problema que o aborto causaria ao nosso serviço público de saúde pode ser o que atualmente acontece na Espanha, onde o aborto desde 2010 entrou na pasta dos serviços do Sistema Nacional de Saúde, que garantiria o aborto livre, universal e gratuito, como um “direito da mulher”. O que ocorre lá é que os hospitais públicos não realizam abortos, para não ter que fazer uma lista de “objetores de consciência”, o que colocaria em risco o “direito da mulher” ao aborto. Então a solução encontrada na Espanha foi encaminhar as mulheres a chamadas “clínicas” privadas (não são verdadeiras “clínicas” porque não se cura ninguém nesses lugares), que realizam o aborto, às custas dos impostos pagos pelos seus cidadãos. O triste resultado dessa medida é que as diversas “comunidades autônomas” da Espanha têm agora uma imensa dívida para com essas “clínicas”, o que causou inclusive uma greve. A dívida atualmente é de 4,9 milhões de euros e o Estado sofre grande dificuldade para pagá-la, devido à crise econômica que sofre aquele País. Essa penosa notícia diz ainda que aquelas dívidas “ameaçam o direito do aborto livre e gratuito na Espanha”  [xi] . Agora imaginemos o que poderia ocorrer no Brasil se o aborto fosse considerado uma “questão de saúde pública”? Aconteceria que, na prática, o dinheiro dos nossos impostos serviria a financiar essa prática brutal e subtrairia preciosos recursos do SUS, que há anos funciona de modo bastante precário.

   Esses dados demonstram que o aborto não é causa de “saúde pública” e, por sua vez, causa diversos problemas ao sistema sanitário. De fato, considerar o aborto como “questão de saúde pública” só é possível quando se aceita dados falsos ou manipulados. Legalizar o aborto no Brasil seria algo que contraria à imensa vontade da nossa população e ameaça a efetiva participação democrática. Além disso, essa prática demonstra um desrespeito desastroso às consciências das pessoas e, na prática, não serve para reduzir o número de abortos, algo que pode levar à falência ou a uma ainda maior precariedade o nosso SUS.

Pe. Anderson Alves, doutorando em Filosofia na Pontifícia Universidade da Santa Cruz, em Roma.
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[i] No seguinte link pode ser consultado essa notícia: http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=3&pagina=88&data=04/10/2010
[ii] Dados de pesquisa Datafolha e Vox Popoli, de 2010: http://www.ipco.org.br/home/noticias/vox-populi-82-da-populacao-e-contra-aborto
[iii] http://www.senado.gov.br/noticias/datasenado/enquetes.asp?ano=2010
[iv] http://www.ippf.org/en/News/Intl+news/Brazil+legislators+reject+abortion+reform.htm
[v] http://whqlibdoc.who.int/publications/2008/9789241546669_3_eng.pdf nesse link estão os dados da OMS sobre morte materna em decorrência de aborto “não seguro” (evidentemente o adjetivo “seguro” não se aplica às crianças, nesses casos). Os dados do Brasil estão juntos com os da América Latina (3.700.000 abortos “não seguros” anuais e 62.900 mortes maternas em decorrência dos mesmos).
[vi]  Noticia da Globo, sobre Cedaw.
[vii] Os dados podem ser acessados em: http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?sim/cnv/mat10uf.def
[viii] http://oglobo.globo.com/pais/ministro-da-saude-contesta-dados-da-onu-sobre-abortos-no-brasil-4019839
[ix] Cfr. Artigo da Dra. Lenise: http://brasilsemaborto.wordpress.com/tag/numeros-do-aborto/
[x] Conferir o artigo de Joel Nunes sobre o tema: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=20301
[xi] A notícia pode ser vista em: http://www.publico.es/espana/420507/el-impago-a-las-clinicas-pone-en-peligro-el-acceso-al-aborto

http://www.presbiteros.com.br/site/fraternidade-saude-publica-e-aborto-i/

CNBB
Fraternidade, saúde pública e aborto (II)
   Mesmo quando se demonstra que aborto não é uma “questão de saúde pública”, ainda deve-se considerar outros argumentos que pretendem justificar a despenalização do aborto nos diversos Países, especialmente os da América Latina. Vejamos outros e busquemos colaborar ainda com reflexões suscitadas pelo tema da Campanha da Fraternidade de 2012 no Brasil (Fraternidade e saúde pública), assim como nos debates surgidos no cenário político nacional.
   Questão de hipocrisia? Há quem argumente dizendo: “há muitas mulheres que recorrem ao aborto no Brasil, de modo irregular, correndo grande risco de vida. Permitir que isso continue ocorrendo é uma grande hipocrisia. Essas devem ser protegidas e o Estado deve dar condições apropriadas a mulheres pobres para que possam ‘abortar’ de modo seguro, sem correr perigo de vida, assim como deve proteger às que possuem suficientes recursos”.
   Esse argumento parte de um pressuposto falso: que são muitas as mulheres que morrem no Brasil por causa do aborto cada ano. Já demonstramos que esses dados são falsos e que os únicos dados científicos e fiáveis que temos são os fornecidos pelo ministério da Saúde brasileiro (DATASUS)  [i] . Mas, independentemente disso, analisamos a forma mesma desse argumento, aplicando o mesmo tipo de argumentação a outros problemas sociais. Por exemplo: sabemos que no Brasil é grande o número de pessoas que alguma vez na vida ingeriu alguma bebida alcoólica antes de dirigir, embora haja uma explícita proibição do nosso Código de Trânsito. Poderia alguém argumentar dizendo: “a lei que pune quem dirige depois de ter consumido bebida alcoólica é uma grande hipocrisia, já que um grande número de pessoas do nosso País o faz. Essa lei deve ser cancelada, de modo que a população possa infringi-la tranquilamente, sem ser punida?” Evidentemente, o fato de que muitas pessoas infrinjam alguma lei justa não faz com que a mesma perca o seu valor. O fato, para citar outro exemplo, de que muitas pessoas tenha experimentado alguma vez certo tipo de droga, não faz com que as nossas leis de combate às drogas sejam hipócritas. Do mesmo modo, o fato de que haja muitas pessoas que recorram ao aborto (fato que deveria ser demonstrado e não suposto), não torna lícito o ato de eliminar uma vida humana inocente (não faria lícito o “homicídio intra-uterino”).
   Questão científica? Há quem diga que o aborto não é questão de consciência pessoal, mas é algo que pode ser resolvido somente pela ciência e só é contrário ao aborto quem ainda defende certo “obscurantismo religioso”. É interessante notar que quem busca justificar o aborto desse modo supõe que as únicas pessoas inteligentes do mundo são os defensores do aborto e que motivos contrários ao mesmo só podem provir de uma argumentação irracional e religiosa. E se servem dos seguintes argumentos 1) nas primeiras semanas de concepção, o embrião (alguns criaram a categoria de “pré-embrião”, que vem sendo rejeitada inclusive pela União Européia) é apenas um grupo de células, desprovida de sistema nervoso, de modo que a mulher pode fazer com o seu corpo o que quiser; 2) além disso, é algo muito discutido quando se começa realmente a vida humana;
   Esses argumentos são tão repetidos quanto falaciosos. Em primeiro lugar a ciência mesma afirma que a partir do momento da concepção, da fecundação do óvulo pelo espermatozóide, começa a existir um ser vivo com um DNA humano único. O embrião, sendo ainda uma célula, possui um DNA único e jamais se dará novamente uma informação genética igual. Esse ser possui as características próprias de um ser vivo: unidade, continuidade, autonomia e especificidade. a) Unidade: possui uma individualidade biológica, é um todo composto de partes organizadas, que possui como centro organizador o genoma humano; b) Continuidade: significa que não se dá nenhum salto qualitativo desde a fecundação até a morte. Todo o desenvolvimento daquele ser está previsto pelo genoma; c) Autonomia: desde o ponto de vista biológico, todo o desenvolvimento se dá desde o princípio até o final de modo autônomo; a informação que dirige esses processos provém do genoma, já presente no embrião. Desde o início ocorre um “diálogo químico” do embrião com a mãe, que o nutre e custodia; d) Especificidade: esse ser vivo pertence exclusivamente à espécie humana.
   Desse modo, o que dirige todo o processo de desenvolvimento, passando pelo nascimento e prosseguindo até o final da vida é o genoma humano. Depois de 2 semanas da fecundação, o embrião está totalmente implantado no útero. Na semana seguinte, já está formando o cérebro, a medula espinal e os olhos e depois de alguns dias o coração começa a bater. Esse ser vivo, identificado por um DNA único, se fosse retirado do útero materno poderia viver até 80 anos congelado, assim como qualquer outro ser humano. E se pode “viver congelado”, é porque se trata de um ser vivo. É verdade que o embrião se alimenta da mãe, assim como os recém-nascidos o fazem e como fizemos todos nós. O embrião e o feto, porém, não são parte do corpo da mulher. Aceita-lo significaria, além de negar evidências científicas, desprezar injustificadamente o papel e a importância do pai. Desde o ponto de vista meramente material, o embrião não se forma espontaneamente no corpo da mulher, mas necessita sempre da participação do homem. Isso é algo evidente, mas tende a passar despercebido. Aquele ser que é gerado, não pode ser considerado como um objeto, como uma enfermidade ou como um pedaço da mulher, mas sim como um indivíduo único da espécie humana. Não há nenhuma dúvida científica séria sobre esses temas, o que às vezes ocorre é a manipulação de alguns dados científicos por motivos ideológicos.
   Perseguição às mulheres? Há quem diga ainda que a penalização do aborto significaria um modo de perseguição às mulheres, uma forma de discriminação e de desrespeito à “igualdade” e à dignidade da mulher. Além disso, dizem (e com razão) que nenhuma mulher pretende realmente fazer o aborto, e quando o faz, necessita de ajuda e não de uma punição por parte do Estado.
   É lógico que quem pensa que a lei do aborto deve continuar como está não pretende perseguir nenhuma mulher. Na prática, nenhuma mulher é enviada à prisão por ter cometido um aborto no Brasil e ninguém deseja isso. O motivo pelo qual o aborto deve continuar sendo considerado um crime é porque somente assim o valor incondicional da vida humana é afirmado, em todos os seus estágios e é protegido contra todo tipo de manipulação e ameaça. Manter legalmente a pena ao aborto significa continuar afirmando a maldade intrínseca de tal ato, (o seu caráter de reprovável socialmente) e o valor absoluto da vida humana. Um governo sério e responsável deve ajudar a promover o bem estar das mulheres e elaborar políticas que protejam a instituição familiar, de modo que não haja jamais a necessidade de se pensar em recorrer ao aborto. Além disso, reconhecer que o aborto só causa sofrimento é um motivo a mais para que esse não seja legalizado. Não é solução para nenhum problema social o recurso a um gesto tão repugnante e violento como a destruição de uma vida humana.
   Ademais as leis têm sempre uma função pedagógica nas sociedades. Antes de dizer o que deve ser permitido ou proibido, as leis promovem e defendem bens e valores, indispensáveis à construção de uma sociedade justa. Manter o aborto como crime (e não aceitá-lo como direito) significa defender a vida humana, toda vida (especialmente a dos seres mais indefesos), em todas suas fases e não constitui, absolutamente, uma forma de perseguição contra as mulheres que sofrem. Vale a pena lembrar que mais de 50% dos seres humanos mortos por causa do aborto são mulheres e, paradoxalmente, não são muitas as feministas que demonstram preocupação com essas vítimas.
   Qual será, pois, a justificação para uma possível despenalização do aborto no Brasil? Seguramente nenhuma, a não ser a pressão de organismos internacionais que querem impor suas Ideologias de morte nos diversos Países do mundo, através daquilo que vem sendo chamado atualmente de “niilismo jurídico”. Essa teoria afirma que o Direito positivo não possui fundamentos no Direito Natural, de modo que as leis provêm somente da vontade do legislador, que expressaria o desejo da maioria, e não da racionalidade implícita na mesma lei. Se isso fosse assim, o Direito se tornaria um mero instrumento do poder, de modo que qualquer Ideologia ou qualquer sistema totalitário poderia se justificar.
   A verdade é que a despenalização do aborto não é um desejo da sociedade brasileira, que se funda na instituição familiar e que ama de modo incondicional a vida. Se fosse permitida tal despenalização, isso consistiria uma atitude antidemocrática, que contrariaria frontalmente a vontade da imensa maioria do nosso povo, assim como a confiança depositada nos nossos governantes e se basearia exclusivamente em mentiras insistentemente repetidas, infelizmente, por importantes organismos internacionais.
   E o que poderia fazer o povo brasileiro para mostrar sua rejeição ao aborto e para trabalhar efetivamente pela defesa e promoção da vida humana? Qual gesto concreto, inspirado na participação social e nos objetivos da Campanha da Fraternidade desse ano, poderia ser feito no nosso País? Certamente nosso povo poderia repetir o que fez de modo exemplar com a proposta e aprovação do Projeto de Lei “Ficha Limpa”. De modo que poderia continuar mostrando seu amor pela vida e pela autêntica democracia pedindo, por meio de abaixo-assinado, a aprovação do “Estatuto do Nascituro”  [ii] , que prevê a defesa da vida em todas as suas fases, desde a concepção até sua morte natural, segundo os princípios da Declaração Internacional dos Direitos Humanos, da nossa Constituição [iii]  e do nosso Código Penal [iv] . Se isso for feito, mostraremos ao mundo que não temos vergonha da nossa identidade, que não cedemos a pressões ideológicas de grupos que só buscam promover, injustificadamente, uma mentalidade de morte no mundo ocidental.
Pe. Anderson Alves, doutorando em Filosofia na Pontifícia Universidade da Santa Cruz, em Roma.
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[i] Os dados podem ser consultados em: http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?sim/cnv/mat10uf.def
[ii] Para conhecer o Projeto: http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=345103
[iii]  “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade.”
[iv]  Código Penal Artigo 2º: “A personalidade civil da pessoa começa do nascimento com vida; mas a lei põe a salvo, desde a concepção, os direitos do nascituro”.

http://www.presbiteros.com.br/site/fraternidade-saude-publica-e-aborto-ii/



Movimento Homossexual Debocha Mais Uma Vez da Fé Católica!!!

Movimento Homossexual Debocha Mais Uma Vez da Fé Católica!!!

     Caros Irmãos e Irmãs: -

   Mais uma vez, os gays atacam a Igreja Católica!!! Atacam a Fé Católica!!! Graças a DEUS,  a Arquidiocese de Maringá reagiu!!!
   É interessante salientar, como vocês poderão ler abaixo, que uma das maiores lideranças gay do Brasil, para não dizer a maior, o Sr. Luiz Mott, declara-se defensor da pedofilia, como vocês poderão ler, aqui!!! Isto é uma prova cabal de que o homossexualismo está intrinsecamente ligado à pedofilia!!! Agora vem a grande ironia:- Quando ocorrem casos de padres pedófilos (que são uma ínfima minoria na Igreja Católica) todos caem de pau e pedra sobre a Igreja, mas quando isso ocorre com um líder gay, todos se calam!!! Quando a Igreja declara que o homossexualismo está ligado à pedofilia, todos atacam a Igreja, mas quando o decano do movimento homossexual brasileiro fala o mesmo, ninguém se manifesta!!! Está na hora de nós Católicos nos manifestarmos e defendermos a nossa Igreja!!!
   O artigo abaixo foi tirado do blog Ecclesia Una!!!

Movimento homossexual debocha mais uma vez da fé católica

By Everth Queiroz Oliveira





   O palco da mais nova agressão dos militantes gayzistas à fé dos católicos é a cidade de Maringá, no estado do Paraná. Os divulgadores da Parada Gay do município decidiram confeccionar um cartaz para comunicar o acontecimento e, para isto, usaram a Catedral Metropolitana de Maringá como pano de fundo. Na imagem divulgada pelos organizadores do evento, um grande feixe de luz “bombardeia” a torre da igreja, enquanto do outro lado é visto aquele arco-íris que se encontra estampado também na bandeira do movimento homossexual.
   É óbvio que a propaganda é dotada de uma intencionalidade. E esta consiste justamente em uma provocação à fé cristã, à doutrina que não vê com bons olhos a prática homossexual e a realização de eventos como este, da Parada Gay. Como no ano passado, durante a passeata homossexual em São Paulo, vilipendiaram a religião católica, fazendo troça dos Santos e da moral ensinada pela Igreja, este ano, da mesma forma, os mesmos “defensores do respeito e da diversidade” aparecem para destilar a intolerância que lhes é típica. Mais do que eliminar o que eles chamam de “homofobia”, a luta do movimento gay passa, hoje, por uma tentativa de ridicularização do Cristianismo e não raras vezes de atentado ao próprio direito que têm os religiosos de expressarem a sua opinião sobre a prática homossexual. Quando um religioso – como, por exemplo, o pastor Silas Malafaia – aparece em rede nacional e apresenta sua indignação diante das atitudes intolerantes patrocinadas pelo movimento LGBT, eles “chiam” e até pedem proteção ao Ministério Público. Quando, porém, os mesmos gayzistas, com a intenção de provocar, abusam e debocham de símbolos religiosos, somos reduzidos a um estranho silêncio...
  Mas não é só isto.



   O decano do movimento homossexual brasileiro e defensor da pedofilia, Luiz Mott, fez, na última Semana Santa, uma interpretação nada decente da Última Ceia. “Segundo os evangelhos, ‘João, o discípulo que Jesus amava, estava recostado sobre o peito do mestre durante a ceia.’ Que cena tão bela e explícita de homossociabilidade entre o Mestre de 33 anos e seu amado discípulo de 18 (começaram a namorar aos 15). Muitas pinturas e esculturas mostram Joãozinho corpo a corpo com Jesus. Quinta-Feira Santa é também o dia da instituição do sacerdócio. E tem instituição e grupo social mais gay na história do que os sacerdotes católicos? Os católicos deviam comemorar hoje o ‘dia do orgulho gay católico’.”
   É assim. Eles ridicularizam e rebaixam a nossa fé; interpretam de maneira indecorosa as Sagradas Escrituras, rindo da figura de Cristo, dos Sacramentos católicos, das festas de nossa fé. A nós, porém, resta silenciar-nos, posto que qualquer atitude que venha a ferir o orgulho dos homossexuais pode ser tiranamente considerada um “comportamento homofóbico”.
   É hora de perguntarmos: de que lado mesmo estão os intolerantes? Afinal, quem são os verdadeiros criminosos – nós, que, colocando clara a distinção entre o pecado e o pecador, acolhemos com amor as pessoas com tendências homossexuais, pedindo que se convertam e vivam uma sexualidade responsável, ou eles, que, no intento de promover seus espetáculos vergonhosos, troçam da religião alheia e permanecem imunes às imposições da Lei?
   Durmam com esse barulho.
* * *
   Em tempo: a Arquidiocese de Maringá respondeu à propaganda veiculada pelo movimento LGBT. Dom Anuar Battisti fez o favor de "solicitar a retirada do referido cartaz de todos os meios de comunicação".

http://beinbetter.wordpress.com/2012/04/17/movimento-homossexual-debocha-mais-uma-vez-da-fe-catolica/

Arquidiocese de Maringá Divulga Nota Sobre o Cartaz da Parada Gay!!!

Maringá, 16 de Abril de 2012

Arquidiocese de Maringá divulga nota sobre o cartaz da parada gay

   A Arquidiocese de Maringá, representando todos aqueles que se sentem ofendidos na sua fé, vem respeitosamente solicitar a retirada do referido cartaz de todos os meios de comunicação
   Referente ao cartaz sobre a parada gay, que utiliza a figura da Catedral Basílica Menor Nossa Senhora da Glória, a Arquidiocese de Maringá tem a declarar:

1 - A Igreja Católica não tem a pretensão de domesticar a sociedade, impondo-lhe seus princípios e valores.

2 - A Igreja entende-se portadora de uma mensagem de salvação destinada ao verdadeiro bem da sociedade.

3 - A Igreja defende que sua pregação é uma proposta livre, apesar da diversidade social existente, que ela respeita, ainda que nem sempre concorde com todos os modelos de comportamento.

4 - A Igreja afirma que a Catedral Basílica Menor Nossa Senhora da Glória, antes de símbolo de Maringá, é um símbolo religioso da fé da maioria dos maringaenses.

5 - Por essa razão, lamenta o uso dado ao cartaz aludido, que confronta com o pensamento e a opinião religiosa da parcela maior da comunidade maringaense.

   A Arquidiocese de Maringá, representando todos aqueles que se sentem ofendidos na sua fé, vem respeitosamente solicitar a retirada do referido cartaz de todos os meios de comunicação.
   Invocando de Deus as bênçãos para todos, a fim de vivermos em clima de harmonia e respeito mútuo,

Dom Anuar Battisti
Arcebispo Metropolitano

Maringá, 16 de abril de 2012.

http://arquimaringa.org.br/noticias/noticias/id/1338


Os Perigos da Fecundação Artificial!!!

Os Perigos da Fecundação Artificial!!!

     Caros Irmãos e Irmãs: -

   Estou postando o artigo abaixo para mostrar os grandes perigos da inseminação artificial!!! O sujeito abaixo citado, um doador de esperma (além de engravidar mulheres em relações sexuais e em promiscuidade) é pai de 82 crianças 45 meninas, 35 meninos e duas crianças ele não sabe o sexo!!! Imaginem se no futuro uma das filhas dele vier a se apaixonar por um dos seus meio-irmãos, o que teremos??? Incesto!!!   Mas existem casos piores!!! Geralmente, as lésbicas, que decidem engravidar por inseminação artificial, escolhem o mesmo tipo de doador de sêmen:- alto, loiro, olhos azuis, tipo atlético!!! Conta-se que um doador de sêmen, desse biótipo, já seria pai de mais de 280 crianças, aqui no Brasil!!! Vejam o grande risco de incesto que corremos neste dia de hoje!!! O pior é que o Conselho Federal de Medicina não toma nenhuma providência nesta questão e até incentiva os médicos a fazerem inseminação artificial em lésbicas!!!


16/04/2012 - 16:20h

Virgem até os 34 anos, holandês já é pai de 82 bebês.


 O homem dorme com 15 mulheres por mês, em média.

   O holandês Ed Houben, de 42 anos, permaneceu virgem até os 34 anos. Em um espaço de apenas nove anos, saiu da casa de sua mãe e tornou-se pai de 82 meninos e meninas e com mais 10 filhos a caminho. Isso porque ele resolveu agarrar uma oportunidade e se tornou um "fazedor de bebês" profissional. Além da reprodução sem relação sexual, ele dorme com cerca de 15 mulheres todos os meses para realizar o sonho delas de serem mães. Com um detalhe: de graça.
   Tudo começou aos 29 anos quando Houben começou a doar esperma para clínicas da sua cidade. Quatro anos depois, o holandês já tinha 25 filhos, limite máximo para doações. Foi assim que descobriu um mercado para procriação de forma natural e resolveu apostar nessa idéia. É através de sites como o "Spermaspender.de" que entra em contato com as mulheres que desejam engravidar. Com uma alta contagem de espermas, cerca de 80% das relações sexuais feitas por Ed Houben resultaram em gravidez.
   As futuras mamães precisam passar antes por alguns exames médicos mostrando que estão saudáveis e livres de drogas. Ele retribui apresentando um exame que analisa o sêmen, chamado de espermograma. Na contagem de espermatozóides, os resultados inferiores a 20 milhões, não dão uma boa perspectiva sobre a concepção. Enquanto os que possuem resultados acima de 80 milhões já revelam as boas chances do que estão por vir. A contagem de Houben é de 100 milhões de espermatozóides.
   A grande procura se explica devido ao preço alto que bancos de esperma geralmente cobram e a burocracia exigida. Cada inseminação custa cerca de quatro a cinco mil libras, aproximadamente de 10 a 15 mil reais, enquanto Houben faz isso de graça, pois a técnica é simples. Quando não há contato físico, Houben costuma ejacular em um potinho e as mulheres se inseminam introduzindo uma seringa na vagina.
   Os casais interessados precisam assinar documentos renunciando os deveres de Houben de apoio à criança, mas especialistas dizem que estes papéis seriam inválidos nas mãos de um bom advogado. "Se todas as mães decidirem processá-lo para pedir uma pensão alimentícia ele estaria pagando todas para o resto dessa vida e da próxima", disse um advogado alemão.
   Ele já gerou 45 meninas e 35 meninos. Duas das crianças ele não sabe o sexo, porque as mães não vão lhe dizer. "Minha namorada diz que o que eu faço só me deixa mais interessante", declarou Houben à revista alemã "Der Spiegel"."Ela está vindo para me visitar novamente em breve, mas ainda não engravidou", acrescenta.

Da Redação

http://www.pop.com.br/popnews/noticias/poptrash/742511-Virgem-ate-os-34-anos-holandes-ja-e-pai-de-82-bebes.html


sábado, 14 de abril de 2012

Supremo Tribunal Federal Agiu Inconstitucionalmente no Julgamento da ADPF N.º 54!!!

Supremo Tribunal Federal Agiu Inconstitucionalmente no Julgamento da ADPF N.º 54!!!




     Caros Irmãos e Irmãs:-

   O Supremo Tribunal Federal cometeu um ato de inconstitucionalmente no julgamento da ADPF N.º 54, pois ao aprovar o aborto de anencéfalos, criou uma terceira excludente no artigo 128 do atual Código Penal, que não pune (Não Pune, não significa que permita) o aborto em casos de estupro ou risco de vida materno, e com isso legislou, o que é inconstitucional!!!
   De maneira ardilosa, os ministros do STF, que votaram a favor do aborto de anencéfalos, utilizaram um sofisma maroto ao declararem que o artigo 128 do atual Código Penal só vale para “fetos vivos” e que no caso de anencefalia isso não valia, como, por exemplo, declarou o ministro Celso de Mello:- "O crime de aborto pressupõe gravidez em curso e que o feto esteja vivo. E mais, a morte do feto vivo tem que ser resultado direto e imediato das manobras abortivas. [...] A interrupção da gravidez em decorrência da anencefalia não satisfaz esses elementos. [...] A interrupção da gravidez é atípica e não pode ser taxada de aborto, criminoso ou não"!!! Ora se o nascituro anencéfalo esta morto no ventre materno, como é que ele cresce e se desenvolve??? Só por esta razão já cai por terra este sofisma infeliz!!!
   A Sociedade Protetora dos Nascituros Imaculada Conceição de Maria, que é o movimento Pró-Vida da Arquidiocese de Curitiba, enviou um modelo de Moção de Repúdio contra a ADPF N.º 54 (o texto desta moção está no final deste post) a vários parlamentares para que eles colhessem assinaturas e enviassem esta moção a todos os ministros do STF, mas eles não tiveram coragem para fazê-lo!!! Foram enviadas cópias desta moção de repúdio para o Vereador João Luiz Cordeiro, Presidente da Câmara Municipal de Curitiba, que declarou ter enviado esta moção assinada por vereadores de Curitiba, para o STF, mas não obtivemos uma comprovação disto; para o Deputado Federal Paranaense Delegado Fernando Francischini, para a Deputada Estadual Fluminense Myrian Rios, que declarou que iria colher assinaturas para esta moção de repúdio, mas que depois não mais retornou o contato conosco; para o Senador capixaba Magno Malta, que não nos respondeu; e para o Senador paranaense Álvaro Dias, que também não nos respondeu!!! Se vários parlamentares tivessem assinado esta moção de repúdio e fizessem pressão sobre os ministros do STF, eu creio que o resultado do julgamento da ADPF N.º 54 teria sido diferente!!!   Um fato interessante a se mencionar é que a menina anencéfala Vitória, cuja história já postei neste blog, estava presente no julgamento da ADPF N.º 54, mas nem mesmo a presença dela foi capaz de amolecer os corações de pedra desse ministros do STF, que por sua vez achavam estar praticando um ato de caridade para com as mulheres!!! Aliás, esses ministros do STF, com sua pretensa caridade se encaixam como uma luva no tipo de pessoas que sofrem a Síndrome do Déficit de Compaixão”, que também já postei neste blog!!!
   O STF tem tomado decisões que chocaram demais a sociedade, tais como, a equiparação das uniões gay com o casamento tradicional (na Constituição Brasileira lê-se que o casamento é entre um homem e uma mulher) e a permissão para passeatas pró-maconha!!! Nessa hora, parodiando Virgilio, em suas “Catilinadas”, que dizia:- “Quosque Tandem, Catilina, Abutere Patientia Nostra?”, devemos perguntar aos ministros do STF:- “Quosque Tandem Abutere Patientia Nostra?”, “Até quando abusareis da nossa paciência???”

Alexandre Luiz Antonio da Luz
Ex-Presidente da Sociedade Protetora dos Nascituros Imaculada Conceição de Maria
Movimento oficial de defesa da vida nascitura da Arquidiocese de Curitiba.

  Moção de Repúdio:-


Ao Excelentíssimo Senhor Doutor Ministro............ do Supremo Tribunal Federal

ADPF Nº. 54

   Os Deputados Federais e Senadores que abaixo subscrevem, encaminham a presente Moção de Repúdio a ADPF nº. 54, pelos motivos a seguir declinados:
   A Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental nº. 54, apresentada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde, em que se busca interpretação conforme a Constituição Federal, no sentido de não serem aplicados os dispositivos do Código Penal tipificadores do crime de aborto no caso de gravidez de feto anencefálico, é totalmente descabida, pois apesar de ser grave a enfermidade, o anencéfalo é um ser humano, e, pois, sujeito de direitos inalienáveis, a começar pela garantia da inviolabilidade do direito à vida, dentro e fora do útero materno.   
   A ADPF Nº. 54 em questão, tem a finalidade de criar hipótese normativa nova, não prevista pelo legislador, atribuição da competência do Poder Legislativo. 
   Com efeito, a previsão legal para a não penalização do crime de aborto, o previsto no art. 128, I e II, do Código Penal, esgota as situações em que embora praticado por médico, não é aplicada a respectiva pena. Não há como deixar de conferir à pretensão lançada na ADPF sob comento, o evidente intuito de ver instituído, por meio de decisão judicial, em controle concentrado de constitucionalidade, aquilo que o legislador, até hoje, não concedeu, ao não aprovar projetos de lei, no Congresso Nacional, com o objetivo de introduzir, no sistema do Código Penal, a hipótese de não-punição do aborto praticado, quando se comprovarem graves anomalias no feto, em termos a não apresentar condições de sobrevida.
   Assim, é impossível o pedido contido na ADPF por pretender por via indireta que este Egrégio Tribunal exerça função legislativa positiva criando uma nova hipótese de excludente de ilicitude da prática de aborto.
Compete ao E. STF a interpretação da lei, porém não lhe é facultado mudar o seu texto, inovando no mundo jurídico ao instituir uma terceira excludente de criminalidade relativamente ao crime de aborto.
   Por isso apresentamos a presente Moção de Repúdio a ADPF n. 54, que não merece prosperar e por isso não deve ser acolhida.
   Agradecendo a atenção de Vossa Excelência, subscrevemo-nos,
   Atenciosamente,


Brasília,.......................

Nomes e assinaturas dos Deputados Federais e Senadores.



Supre4mo Tribunal Federal


Bancada Religiosa Pede Impeachment de Relator do Aborto de Anencéfalos!!!

Bancada Religiosa Pede Impeachment de Relator do Aborto de Anencéfalos!!!

     Caros Irmãos e Irmãs:-

   Graças a DEUS houve alguma reação à infame decisão do STF no julgamento da ADPF N.º 54, versão tupiniquim da também infame decisão “Roe X Wade” da Suprema Corte Norte Americana, que legalizou o aborto nos EUA!!! Infelizmente esta reação não mudará a decisão do STF!!!

11/04/2012 - 18:59h

Bancada religiosa pede impeachment de relator do aborto de anencéfalos


 O relator do processo de hoje já se declarou antes da hora, disse Biondini

   Os parlamentares da bancada evangélica e católica no Congresso pediram nesta quarta-feira a abertura de um processo contra o ministro do Supremo Tribunal Federal, o ministro Marco Aurélio Mello, por ter emitido juízo de valor em entrevistas sobre o aborto de fetos anencéfalos, em 2008.
   No requerimento enviado ao presidente do Senado, José Sarney, os parlamentares julgam que a atitude de Mello teria precipitado o seu voto no julgamento da Corte.
   A bancada pede para que o Senado instale uma comissão para julgar o ministro, que, segundo eles, teria contrariado o artigo 36 da Lei Orgânica da Magistratura Nacional, que proíbe os juízes de "manifestar, por qualquer meio de comunicação, opinião sobre processo pendente de julgamento, seu ou de outrem”.
   “O relator do processo de hoje já se declarou antes da hora. Isso é quebra de decoro”, disse o deputado federal Eros Biondini (PTB-MG), um dos coordenadores da bancada católica no Congresso.

Da Redação

http://www.pop.com.br/popnews/noticias/politica/740226-Bancada-religiosa-pede-impeachment-de-relator-do-aborto-de-anencefalos.html

Amor Materno!!!

Amor Materno!!!

     Caros Irmãos e Irmãs:-

   No momento em que se fala em aborto de anencéfalos para se aliviar os “traumas psicológicos” (traumas???) da mulher, o exemplo desta inglesa é para calar a boca daqueles que defendem o aborto de anencéfalos!!!

Grávida adia tratamento contra o câncer para salvar a filha e agora descobre que não tem mais cura!!!


 Sarah salvou a vida de Polly Foto: Reprodução / Mail On-line

Extra On-line

   Sarah Brook estava grávida de 25 semanas, quando descobriu um câncer no intestino. E os hormônios da gestação estavam acelerando o crescimento do tumor. Mesmo assim, a designer gráfica de Londres, na Inglaterra, decidiu adiar o tratamento por duas semanas, até que pudesse dar à luz a pequena Polly Jean. A intenção era não colocar em risco a saúde da filha.
   O bebê nasceu saudável com 27 semanas (um pouco mais de 6 meses) de gestação, por cesárea, pesando 900 gramas. Mas Sarah foi informada de que não tinha muito tempo de vida. O câncer já havia se espalhado para o pâncreas, pulmões, pescoço e tomado conta dos intestinos.
   - Eu só quero ser uma mãe para minha bebê e continuar sendo uma mulher e a melhor amiga do meu marido pelo maior tempo possível. Eu não posso pensar em um futuro além disso - disse Sarah.


 Ela descobriu o câncer com 25 semanas de gestação Foto: Reprodução / Mail On-line

   Polly já está com quatro semanas de vida. E fez valer a pena o sacrifício da mãe. O bebê teve algumas complicações de saúde, mas está mais forte a cada dia, segundo o jornal Daily Mail.
   - O sentimento quando a vi pela primeira vez foi de completo amor e espanto - contou a inglesa.
   Sarah já começou as sessões de quimioterapia, mas disse que o tratamento era um paliativo para aliviar o desconforto e mantê-la viva o maior tempo possível. Os médicos que cuidam dela disseram que há apenas 25 casos registrados em todo o mundo, de pessoas com o mesmo nível de tumores secundários que Sarah.


 Sarah casou com Ben em 2006 Foto: Reprodução / Mail On-line

   A designer cresceu em Londres, mas se mudou para a Austrália em 2006, logo depois do casamento com Ben. Agora, passa a maior parte do tempo em um hospital em Sydney, fazendo o tratamento contra a doença e cuidando da filha, que ainda está na unidade de tratamento intensivo neonatal. A família de Sarah está na Austrália, apoiando Ben e cuidando de Polly também.


 Os dois paparicam o bebê Foto: Reprodução / Mail On-line

   - Tem sido muito difícil para o meu marido, já que ele precisa lidar com a idéia de como será a vida sem mim, e como ele irá criar Polly como pai solteiro - desabafou Sarah - Eu irei conviver com o câncer pelo resto da minha vida e não se sabe o quanto ela vai durar - conformou-se ela.

http://extra.globo.com/noticias/saude-e-ciencia/gravida-adia-tratamento-contra-cancer-para-salvar-filha-agora-descobre-que-nao-tem-mais-cura-4629041.html

   Alguns comentários feitos a este artigo:-

   Quem não entende é porque nunca ficou grávida , desde o momento que se descobre uma gravidez é um amor incondicional, nada é mais importante do que o filho.
   Adrianne, ontem
   Leia mais:-

http://extra.globo.com/noticias/saude-e-ciencia/gravida-adia-tratamento-contra-cancer-para-salvar-filha-agora-descobre-que-nao-tem-mais-cura-4629041.html#ixzz1rzRqpsD4

   Apenas quem já amou seus filhos têm capacidade, discernimento e amor no coração para o sacrifício. Para aqueles que não têm estas qualificações...resta comentários como o do Sr. Valdir, que trata um filho por algo simples como um feto. Como se a criança não existisse enquanto partícula divina da vida
   Lenilson Paiva Silveira, ontem
   Leia mais:-

 http://extra.globo.com/noticias/saude-e-ciencia/gravida-adia-tratamento-contra-cancer-para-salvar-filha-agora-descobre-que-nao-tem-mais-cura-4629041.html#ixzz1rzSmf2wH

   Por isso Deus te fez nascer homem, se é que vc é homem mesmo, só uma mulher é capaz de dar a vida por outra vida. Uma mulher se torna mãe no momento em que o filho é concebido, não apenas quando ele nasce, é amor incondicional, eu sei, sou mãe 3X e dou minha vida pelos 3 mesmos antes deles terem nascido.
   Trabalhadora, ontem

   Graças a DEUS, a maioria do povo brasileiro é totalmente contra o aborto e capaz de dar a vida pelos filhos!!!


sexta-feira, 13 de abril de 2012

Urgente!!! Duas Enquetes Sobre a Anencefalia!!!

Urgente!!! Duas Enquetes Sobre a Anencefalia!!!

     Caros Irmãos e Irmãs:- 

   Urgente!!! Duas enquetes sobre a anencefalia:-

http://noticias.uol.com.br/enquetes/2012/04/11/voce-que-a-interrupcao-da-gravidez-em-casos-de-anencefalia-deve-ser-legalizada.htm

http://www.jb.com.br/enquetes/2012/04/voce-acha-que-a-mulher-gravida-de-um-feto-anencefalo-pode-escolher-se-interrompe-ou-nao-a-gestacao-2/

   Na primeira estamos perdendo de 56% a 44%!!! Votem Não em ambas!!!
   Um grande abraço:-


Alexandre Luiz Antonio da Luz
Ex-Presidente da Sociedade Protetora dos Nascituros Imaculada Conceição de Maria
Movimento oficial de defesa da vida nascitura da Arquidiocese de Curitiba