Bem Vindo a este Blog Católico Mariano e Pró-Vida!!!

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A Vida Humana Começa com a Concepção, por isso o aborto É Crime e como tal deve ser tratado!!!







Quem Ama Não Mata!!!







Salve Maria!!!































Coração Imaculado de Maria Livrai o Brasil da Maldição do Aborto!!!
































Catolicismo e Defesa da Vida Nascitura!!!

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Nossa Senhora, Nascituro, Papas e Nosso Senhor JESUS CRISTO

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quarta-feira, 23 de outubro de 2013

O Bosque!!!

     O Bosque!!!



     Caros Irmãos e Irmãs:-

   Abaixo segue uma meditação, que uma vez me foi dada, em uma Novena de Natal, sobre como enfrentarmos as dificuldades da Vida!!!

Alexandre Luiz Antonio da Luz
Ex-Presidente da Sociedade Protetora dos Nascituros Imaculada Conceição de Maria
Movimento de defesa da vida nascitura da Arquidiocese de Curitiba



     O Bosque!!!

   Tempos atrás eu era vizinho de um médico cujo “hobby” era plantar árvores no enorme quintal de sua casa. Às vezes, eu observava, da minha janela, o seu esforço para plantar árvores e mais árvores, todos os dias. O que mais me chamava a atenção, entretanto, era o fato de que ele jamais regava as mudas que plantava.
   Passei a notar, depois de algum tempo, que as suas árvores estavam demorando muito para crescer. Certo dia, resolvi então aproximar-me do médico e perguntei se ele não tinha receio de que as árvores não crescessem, pois percebia que ele nunca as regava. Foi quando, com ar orgulhoso, ele me descreveu sua fantástica teoria.
   Disse-me que, se regasse suas plantas, as raízes se acomodariam na superfície e ficariam sempre esperando pela água mais fácil, vinda de cima. Como ele não as regava, as árvores demorariam mais para crescer, mas suas raízes tenderiam a migrar para o fundo, em busca da água e das várias fontes de nutrientes encontradas nas camadas mais inferiores do solo. Assim, segundo ele, as árvores teriam raízes profundas e seriam mais resistentes às intempéries. Essa foi a única conversa que tive com aquele vizinho.
   Logo depois fui morar em outro país e nunca mais o encontrei. Vários anos depois, ao retornar do exterior, fui dar uma olhada na minha antiga residência . ao aproximar-me, notei um bosque que não existia antes. Meu antigo vizinho havia realizado o seu sonho!
   O curioso é que aquele era um dia de um vento muito forte e gelado, e que as árvores da rua estavam arqueadas, como se não estivessem resistindo ao rigor do inverno, entretanto, ao aproximar-me do quintal do médico, notei como estavam sólidas as suas árvores: praticamente não se moviam, resistindo implacavelmente àquela ventania toda. Que efeito curioso, pensei eu... as adversidades pelas quais aquelas árvores tinham passado, tendo sido privadas de água, pareciam te-las beneficiado de um modo que o conforto e o tratamento mais fácil jamais conseguiriam.
   Todas as noites, antes de ir me deitar, dou sempre uma olhada em meus filhos, debruço-me sobre suas camas e observo como tem crescido. Frequentemente oro por eles. Na maioria das vezes, peço para que suas vidas sejam fáceis: “meu DEUS, livre meus filhos de todas as dificuldades e agressões desse mundo”!
   Tenho pensado, entretanto, que é hora de alterar minhas orações. Essa mudança tem a ver com o fato de que é inevitável que os ventos gelados e fortes nos atinjam e aos nossos filhos. Sei que eles encontrarão inúmeros problemas e que, portanto, minhas orações para que as dificuldades não ocorram, terão sido ingênuas demais. Sempre haverá uma tempestade ocorrendo em algum lugar. Portanto, pretendo mudar minhas orações.
   Farei isto porque, quer nós queiramos ou não, a vida não será muito fácil. Ao contrário do que tenho feito, passarei a orar para que meus filhos cresçam com raízes profundas, de tal forma que possam retirar energia das melhores fontes, das mais divinas, que se encontram nos lugares remotos.
   Oramos demais para termos facilidades, mas na verdade o que precisamos fazer é pedir para desenvolver raízes  fortes e profundas, de tal modo que quando as tempestades chegarem e os ventos gelados soprarem, resistamos bravamente, ao invés de sermos subjugados e varridos para longe!


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sábado, 19 de outubro de 2013

Mensagens de Nossa Senhora, em Medjugorje, do Dia 25/09/2013!!!

Mensagens de Nossa Senhora, em Medjugorje, do Dia 25/09/2013!!!



     Caros Irmão e Irmãs:-

   O comentário da mensagem deste mês também é do Prof. Oswaldo Barbosa, que é o Diretor Presidente do Secretariado de Nossa Senhora Rainha da Paz de São Paulo - SP, movimento responsável pela divulgação das mensagens da Santíssima Virgem Maria em Medjugorje, Croácia!!!

Mensagem:- Queridos filhos:- Também hoje, Eu os convido à oração. Que possa ser diário o seu contato com a oração. A oração opera milagres em vocês e por meio de vocês. Portanto, filhinhos, que a oração possa ser (motivo de) alegria para vocês. Assim sendo, seu relacionamento com a vida será mais profundo e mais aberto e poderão compreender que a vida é um dom de DEUS para cada um de vocês. Obrigada por terem correspondido ao meu apelo.

Comentário:- A oração opera milagres em vocês e por meio de vocês:- 

   Só podemos ter contato com o Céu, por meio da oração. Falar com DEUS é a mais sublime das orações. Falar com a Santíssima Mãe de DEUS é a mais conveniente das orações, pois que a Virgem Maria, além de ser uma intercessora poderosa, é, também, a Medianeira de Todas as Graças, quer dizer, por seu intermédio, seu Filho JESUS concede-nos os bens materiais e espirituais de que precisamos, se forem para o nosso próprio bem ou das pessoas por quem intercedemos.
   Em quase todas as suas mensagens, vindas de Medjugorje, a Rainha da Paz convida-nos à oração e, certa vez, uma mensagem sua se resumiu numa única palavra:- “Rezem, Rezem, Rezem”, repetida três vezes. Nada mais disse e com essa palavra muitos fiéis, devotos de Nossa Senhora, acharam que Ela estava encerrando suas aparições. Felizmente, não era esse o seu propósito...
   A oração opera milagres, mas nem todas elas obtêm os prodígios esperados. Não temos como justificar por que isso acontece. Para uns os milagres acontecem, para outros não. Temos lido autores espirituais que afirmam, com convicção, que DEUS tem seus motivos para atender, ou não, os pedidos de seu filhos. Muitas súplicas são de natureza material:- emprego, casamento, promoção, cura de doenças, aquisição de bens, moradia, etc. poucas orações se elevam ao Céu com o propósito de conversão pessoal, de crescimento espiritual, caridade verdadeira, amor e serviço ao próximo. Por isso, JESUS declarou:- “Muitos me honram com os lábios, mas seu coração está distante de mim”. (cf. Mt 15, 8 e Mc 7, 6).
   Afirmou ainda:- “De que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro, se um dia vier a perder a sua alma” (cf. Mt 16, 26, Mc 8, 36, Lc 9, 25)
   Nada mais trágico para um ser humano do que não poder ser contado entre os eleitos do Senhor!

Comentário:- Prof. Oswaldo Barbosa.

Alexandre Luiz Antonio da Luz
Ex-Presidente da Sociedade Protetora dos Nascituros Imaculada Conceição de Maria
Movimento de defesa da vida nascitura da Arquidiocese de Curitiba

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quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Nova Enquete Discute Descriminalização de Drogas para Consumo Próprio!!!

Nova Enquete Discute Descriminalização de Drogas para Consumo Próprio!!!



     Caros Irmãos e Irmãs:-

   Vamos votar NÃO nessa enquete (clique aqui), que pergunta se você é a favor da descriminalização das drogas para consumo próprio??? Estamos perdendo feio!!! Vejam abaixo:-

Sim:-     72.94 % - 30.026 votos
Não:-     26.17 % - 10.772 votos
Não sei:-  0.89 % -    365 votos


Alexandre Luiz Antonio da Luz
Ex-Presidente da Sociedade Protetora dos Nascituros Imaculada Conceição de Maria
Movimento de defesa da vida nascitura da Arquidiocese de Curitiba


22/02/2013 - 11h35

Nova enquete discute descriminalização de drogas para consumo próprio

Na Câmara, também tramitam propostas que aumentam o rigor no combate às drogas.


   A Câmara promove, a partir desta sexta-feira (22), uma enquete sobre a descriminalização das drogas. O embate entre contrários e favoráveis à medida é longo e várias propostas em tramitação na Câmara e no Senado tratam do assunto.
   A população também tem participado da discussão. No segundo semestre de 2012, o portal e-Democracia colocou em debate a descriminalização do porte e do plantio de drogas para uso próprio. A proposta havia sido apresentada à Câmara por representantes da campanha “Lei de Drogas: é preciso mudar". O movimento deverá recolher assinaturas para apresentar formalmente, neste ano, a proposta ao Congresso.
   No Senado, também tramita um projeto (PLS 236/12) de reforma do Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40), elaborado por uma comissão de juristas, que descriminaliza o porte de drogas para uso pessoal e o plantio de plantas destinadas à preparação de drogas para consumo próprio. Nesses casos, a quantidade deverá ser suficiente para cinco dias de consumo.
   A comissão de senadores que analisa a proposta fechou recentemente uma agenda de audiências públicas, para reabrir a discussão com a sociedade.


Limite

   Na Câmara, um anteprojeto de lei em análise na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) também ameniza a situação de usuários de drogas pegos pela polícia. A proposta, elaborada pela Subcomissão de Crimes e Penas, altera a Lei Antidrogas (11.343/06) e estabelece uma diferenciação clara entre usuários e traficantes. De acordo com a proposta, será considerado usuário quem portar quantidade de entorpecentes suficiente para até cinco dias de consumo próprio.
   Atualmente, para determinar se a droga destina-se a consumo pessoal, o juiz deve considerar a natureza e a quantidade da substância apreendida e as circunstâncias da apreensão, além da conduta e dos antecedentes da pessoa que estiver com o entorpecente.
   A matéria tem no relator, deputado Alessandro Molon (PT-RJ), um de seus principais defensores. Na avaliação de Molon, falta hoje um critério objetivo para fazer a distinção. “Há usuários que são maltratados por policiais como se fossem traficantes. Ao mesmo tempo, há traficantes se beneficiando da lei para serem tratados como se fossem usuários”, afirma.
   A confusão, segundo o defensor público da Bahia Daniel Nicory, ocorre porque a lei atual, apesar de pretender abrandar a situação do usuário, prevê uma estrutura similar para o tipo penal do porte de drogas para o uso e para o tráfico. O resultado, diz, foi o aumento do número de presos por tráfico.
   “A maioria dos presos por tráfico é de indivíduos desarmados, réus primários e com quantidade pequena de drogas. Quem está sendo preso é quem não tem relação com o tráfico violento. As pessoas estão sendo enquadradas incorretamente como traficantes”, observa o defensor.
   Contrário à proposta, o deputado Marcos Rogério (PDT-RO), defende que o consumo de drogas não seja despenalizado, nem descriminalizado. A droga, diz ele, nasce do crime e não termina na legalidade.
   O problema das drogas, na avaliação do parlamentar de Rondônia, não é apenas do usuário, mas de toda a sociedade brasileira. “O pequeno traficante alimenta alguém que começa a cometer crimes dentro de sua casa e se transforma, depois, em um grande criminoso”, acredita.


Mais Rigor

   Na Câmara, tramitam ainda propostas que estabelecem mais rigor no combate às drogas. O Projeto de Lei 7663/10, do deputado Osmar Terra (PMDB-RS), aprovado em comissão especial no fim de 2012 juntamente com outras propostas, prevê a internação involuntária de dependentes químicos por até seis meses. Terra, que é médico, argumenta que mais do que solução para as cracolândias das grandes cidades, sua intenção com o projeto é o resgate pleno do paciente.
   Além da internação involuntária, o PL 7663/10 aumenta a pena para os traficantes; divide a competência das ações antidrogas entre União, estados e municípios; obriga a oferta de vagas de trabalho para ex-usuários em todos os contratos fechados com recursos públicos; e traz um conjunto de regras gerais para a avaliação e o acompanhamento da gestão das políticas públicas sobre drogas.
   A proposta está pronta para a pauta do Plenário.


Reportagem – Noéli Nobre
Com informações da Agência Senado
Edição – Marcelo Westphalem



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sábado, 12 de outubro de 2013

E Depois do Aborto???

E Depois do Aborto???



   Caros Irmãos e Irmãs:-

   Reproduzo abaixo, um artigo da enfermeira Anna Carolina Faleiros Martins, Professora de graduação em enfermagem da Universidade de Brasília – Faculdade de Ceilândia (DF), sobre as conseqüências psicológicas pós-aborto!!! É muito interessante confirmar aquilo que sempre soube, o aborto destrói psicologicamente a Mulher!!! Aliás isto eu já havia publicado no primeiro post deste blog:- “A Vida Humana Começa Com A Concepção!!!”
   Na minha experiência pessoal, como Pró-Vida, nunca encontrei uma mulher que tenha feito um aborto, não ficasse de algum modo desequilibrada psicologicamente!!!
   Este artigo foi publicado no site do Pró-Vida de Anápolis – Goiás!!!

Alexandre Luiz Antonio da Luz
Ex-Presidente da Sociedade Protetora dos Nascituros Imaculada Conceição de Maria
Movimento Pró-Vida da Arquidiocese de Curitiba



E depois do aborto?

(um interessante artigo de uma professora de Enfermagem)

(www.providaanapolis.org.br)

   Falar sobre o aborto diante das discussões políticas e sociais cada vez mais intensas em nosso país constitui-se o maior desafio de toda a minha vida. Confesso que, por um momento, pensei que minhas palavras seriam redundantes ou que não expressariam o que desejo sinceramente.  Porém, diante da missão que me foi dada por vontade do Senhor – tenho certeza –, volto meu olhar para as possibilidades e as almas que podem ser tocadas por meu coração. É assim que quero escrever: com meu coração, e não apenas meu limitado conhecimento. Sendo assim, após alguns dias refletindo e rezando, decidi que embora seja extremamente importante esclarecer o aborto do ponto de vista social, ético e biológico, não o farei aqui, uma vez que não há qualquer dúvida de que, desde o momento exato da fecundação, uma vida, um ser humano passa a existir. Sinto em meu coração forte impulso para falar do depois, o depois da concretização do aborto, o depois do vazio, o depois do crime, o depois do pecado e o que restou.
   Padre Luiz Carlos Lodi da Cruz, presidente do Pró-Vida de Anápolis, em seu livro Descobrindo a Castidade descreve que “o aborto é o fundo do abismo em que caem aqueles que não souberam valorizar a castidade”. Os registros da Sagrada Escritura fortalecem as palavras do Pe. Luiz: “Não sabeis que vossos corpos são membros de Cristo?” (1Cor 6,15). “Fugi da fornicação. Qualquer outro pecado que o homem comete é fora do corpo, mas o impuro peca contra o seu próprio corpo” (1Cor 6,18). Além disso, São Paulo diz que: “de Deus não se zomba. O que o homem semeia, isto mesmo colherá” (Gl 6,7). Isso significa que a castidade resguardada na juventude será transformada em frutos majestosos na sua futura vida familiar. A influência da castidade na vida conjugal pode ser comprovada por um estudo realizado pelo sociólogo Mark Regnerus, da Universidade do Texas: seus resultados mostraram que as pessoas que praticaram abstinência até a noite do casamento deram notas 22% mais altas para a estabilidade de seu relacionamento do que as demais.
   A castidade é nesse sentido, um caminho a ser percorrido com a graça de Deus, a oração, a vigilância e, sobretudo, pautado no respeito e companheirismo mútuos. O jovem que vive a castidade jamais experimentará o aborto e, portanto, jamais experimentará os sentimentos dolorosos que tomam o espaço vazio antes ocupado por um filho brutalmente assassinado.
   Nenhum argumento pode justificar um aborto, embora os pró-abortistas abarquem explicações baseando-se em inegáveis problemas, necessidades e interesses de caráter social, econômico e biológico. Todavia esses mesmos pró-abortistas se esquecem (ou não querem advertir) que, do ponto de vista psicológico e físico, o aborto deixa marcas eternas, e um sofrimento inimaginável. Um estudo realizado em 2006, por Rodrigues e Hoga, enfermeiras da Universidade de São Paulo (USP), apresenta as falas de homens que vivenciaram o aborto provocado de suas companheiras e confirma o quanto essa decisão não traz alívio ou benefícios aos envolvidos, ao contrário, traz apenas arrependimento e dor:-


- “Quando ela me contou que tinha feito o aborto fiquei muito triste e me senti um pouco culpado, porque tinha uma criança ali com ela, que hoje seria uma vida, um filho nosso. Eu me sinto arrependido por isso.”
- “E, o que eu mais senti, foi arrependimento, eu fiquei muito chateado, pelo que aconteceu não ser uma coisa certa. Eu jamais permitiria que isso acontecesse de novo.”
- “Como seria ele hoje? Ele estaria com 17 anos. Arrependo-me muito, fico comparando os meus filhos hoje com aquele que nós fizemos mal.”
- “Porque quando você não quer fazer isso, e acontece esse tipo de coisa magoa bastante, quer dizer, quando você olha pra pessoa, isso vem à tona, você lembra de tudo. É uma coisa assim, que se eu a vê, tanto que quando eu toco nesse assunto, parece que estou vivendo o momento tudo de novo, apesar de já ter passado tanto tempo.”
- “E pra mim ela conseguiu destruir o sentimento que eu tinha por ela, que era muito grande. E de repente ela faz isso, ela conseguiu acabar com uma coisa que pra mim iria ser uma coisa muito bonita, que era ter um filho.”


   Outro estudo que descreve o processo e os sentimentos envolvidos na decisão de abortar, publicado em 1995 por pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), mostrou que 48,8% de um total de 326 mulheres se sentiram mal emocionalmente e fisicamente após o aborto. Uma pequena minoria das mulheres, 27,9%, se sentiu bem após o aborto e as demais se sentiram bem fisicamente, porém mal emocionalmente. Outro resultado importante mostrou que 82,9% de um total de 127 mulheres que decidiram não abortar se sentiram bem, aliviadas e não se arrependeram de sua escolha. Não é difícil perceber que o aborto acontece na maioria das vezes em silêncio, permeado pela culpa, desamparo e solidão. Desse modo, qualquer tentativa de “minimizar problemas”, ou “tratar a saúde mental” por meio do aborto, só trará ainda mais sofrimento, desesperança, vazio e sentimentos negativos.
   Infelizmente não existem estudos que mostrem como a dor emocional dos responsáveis pelo aborto pode desaparecer ou sequer se isso pode acontecer. O que sabemos é que esse sofrimento será vivenciado eternamente e todos os dias. Sempre que alguém que praticou um aborto olhar para o rosto de uma criança, imaginará como seria o de seu filho, o que ele estaria fazendo, e qual bem ele teria proporcionado à humanidade caso tivesse tido a chance de vir ao mundo. Além disso, as marcas que levaram àquela concepção, e as pessoas envolvidas em todo o processo, sempre estarão impregnadas em suas lembranças mais tristes. Mas nada disso é o fim! Deixar-se conduzir pelo Espírito Santo de Deus é o primeiro passo para realizar grandes obras e encontrar a verdadeira missão mesmo após esse grande pecado.
   A Igreja condena o aborto veementemente: “O aborto direto, isto é, querido como fim ou como meio, constitui sempre uma desordem moral grave, enquanto morte deliberada de um ser humano inocente” (João Paulo II, Encíclica Evangelium Vitae, n. 62). O Código de Direito Canônico de 1917, para o aborto, prescrevia a pena de excomunhão. Também a legislação canônica, há pouco renovada (1983), continua nesta linha quando determina que “quem procurar o aborto, seguindo-se o efeito, incorre em excomunhão latae sententiae” (cânon 1398), isto é, automática. A excomunhão recai sobre todos aqueles que cometem este crime com conhecimento da pena, incluindo também cúmplices sem cujo contributo o aborto não se teria realizado.
   Segundo o Catecismo da Igreja Católica (n. 2272), “a Igreja não quer restringir o campo da misericórdia. Manifesta, sim, a gravidade do crime cometido, o prejuízo irreparável causado ao inocente morto, a seus pais e a toda sociedade.”
   Deus sabe que vivemos uma guerra contra o pecado, e nesta guerra, não é covardia fugir do inimigo. O prudente foge do pecado e não o alimenta ou enfrenta. E mesmo se cair uma, duas ou três vezes, o que importa é se levantar e continuar. A Igreja e nosso saudoso Beato João Paulo II fortalecem essa nossa certeza, quando escrevem às mulheres que cometeram um aborto: “A Igreja está a par dos numerosos condicionalismos que poderiam ter influído sobre a vossa decisão, e não duvida que, em muitos casos, se tratou de uma decisão difícil, talvez dramática. Provavelmente a ferida no vosso espírito ainda não está sarada. Na realidade, aquilo que aconteceu foi e permanece profundamente injusto. Mas não vos deixeis cair no desânimo, nem percais a esperança. Sabei, antes, compreender o que se verificou e interpretai-o em toda a sua verdade. Se não o fizestes ainda, abri-vos com humildade e confiança ao arrependimento: o Pai de toda a misericórdia espera-vos para vos oferecer o seu perdão e a sua paz no sacramento da Reconciliação. Dar-vos-eis conta de que nada está perdido, e podereis pedir perdão também ao vosso filho que agora vive no Senhor. Ajudadas pelo conselho e pela solidariedade de pessoas amigas e competentes, podereis contar-vos, com o vosso doloroso testemunho, entre os mais eloqüentes defensores do direito de todos à vida. Através do vosso compromisso a favor da vida, coroado eventualmente com o nascimento de novos filhos e exercido através do acolhimento e atenção a quem está mais carecido de solidariedade, sereis artífices de um novo modo de olhar a vida do homem.” (Carta Encíclica Evangelium Vitae, n. 99).
   O Senhor quer que vivamos felizes e alegres. A alegria que vem d’Ele está impregnada na alma e não se esvai nunca, contrariando o prazer que depois de percebido deixa tudo vazio e sem sentido. Portanto, permaneçamos na alegria de Deus e busquemos sempre a Sua graça. Lembre-se que a vida terrena é passageira e tudo que aqui vivemos vai passar, pois o que nos espera é a vida eterna. O pecado do aborto é grande sim, porém não é maior que a misericórdia de Deus e que Seu amor por nós. Nosso Senhor deixa 99 ou mais ovelhas para buscar uma que ficou para trás: eu ou você! Ele nos ama infinitamente, e isso já é o motivo de nossa alegria.
   A você que cometeu um aborto, peça perdão a seu filho, busque o perdão de Deus e a paz por meio do Sacramento da Reconciliação. Perdoe as pessoas que lhe feriram e se perdoe! Retorne ao primeiro Amor, e juntos vamos combater o mal do aborto, começando pela luta a favor da castidade. Contamos com seu testemunho e envolvimento. Em troca, conte com nossas orações, e se precisar, também de nosso abraço. Volte! Deus espera por você e Ele fará uma festa no céu com sua chegada! Você não precisa ter medo. Seu único medo deve ser o de não fazer a vontade de Deus. E Ele conta com você!

Anna Carolina Faleiros Martins (annacarolina@unb.br)

Professora de graduação em enfermagem da Universidade de Brasília – Faculdade de Ceilândia (DF)


--

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

Pró-Vida de Anápolis

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Mensagens de Nossa Senhora, em Medjugorje, do Dia 25/08/2013!!!

Mensagens de Nossa Senhora, em Medjugorje, do Dia 25/08/2013!!!


     Caros Irmão e Irmãs:-

   Hoje, o comentário desta mensagem, é feito pelo Prof. Oswaldo Barbosa, que é o Diretor Presidente do Secretariado de Nossa Senhora Rainha da Paz de São Paulo - SP, movimento responsável pela divulgação das mensagens da Santíssima Virgem Maria em Medjugorje, Croácia!!!

Mensagem:- Queridos filhos:- Também hoje, o Altíssimo está dando-me a graça de estar com vocês e de guia-los para a conversão. Todos os dias, Eu estou semeando e os estou chamando à conversão; que você possam ser oração, paz, amor - o grão que, morrendo, dará frutos ao cêntuplo. Eu não desejo que vocês, queridos filhos, tenham de arrepender-se pelas coisas (boas) que poderiam ter feito e não quiseram fazer. Portanto, filhinhos, digam novamente com entusiasmo: “Eu quero ser um sinal para os outros”.Obrigada por terem correspondido ao meu apelo.

Comentário:- Eu quero ser um sinal para os outros:- 

   Todo o cristão deve ser um sinal para os outros. Deve e é um sinal, pois foi batizado e recebeu as virtudes da Fé, Esperança e Caridade. Embora em formas de sementinhas, elas devem, no decorrer da sua vida, dar frutos, no devido tempo. Grande é, portanto, a responsabilidade daquele que se diz católico, pois, onde estiver ou com quem estiver, sempre será, pela vida afora, por sua maneira de ser, pelas palavras e, principalmente, pelo seu , comportamento, um testemunho a favor ou contra Nosso Senhor JESUS CRISTO. Lembro-me de um caso, em que um membro de uma determinada família me disse, com tristeza e desencanto, o seguinte:- “Não consigo entender a ‘religião’ de meus pais, que vivem na igreja e, no entanto, me tratam tão mal, sem a mínima consideração, somente porque não me destaco como profissional”.
   Nesta mensagem, Nossa Senhora foi clara e precisa, quando afirma que “não deseja que tenhamos de arrepender-nos pelas coisas boas que poderíamos ter feito e não quisemos fazer.”
   Não poder fazer é uma coisa, não querer fazer é outra bem diferente. É evidente que, se estou impossibilitado de fazer alguma coisa boa, estou justificado, porém, se não pratico obras boas, simplesmente porque não quero, então, incorro em falta para com o meu próximo e em dívida para com DEUS. Ser sinal para os outros tem dois aspectos:- um positivo e o outro negativo. O positivo é aquele que desperta nossa admiração e aprovação, quando vemos em alguém atitudes de reta conduta, de acolhimento fraterno, de bondade e serenidade constantes, de justiça e amor incondicional. São virtudes raras nos dias de hoje, mas extremamente necessárias, que lembram as palavras de JESUS:- “Façam aos outros o que gostariam que os outros fizessem a vocês mesmos“ (Mt 7, 12 e Lc 6, 31).
   O negativo é exatamente o contrário do que acima foi exposto. Predominam o egoísmo, a ganância, a disputa, o preconceito, a vingança e – o que é pior – a eliminação do rival...
   Agora a pergunta:- Como estamos sendo sinal para os outros? Reflitamos!

Comentário:- Prof. Oswaldo Barbosa.

Alexandre Luiz Antonio da Luz
Ex-Presidente da Sociedade Protetora dos Nascituros Imaculada Conceição de Maria
Movimento de defesa da vida nascitura da Arquidiocese de Curitiba

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quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Semana da Vida e Dia do Nascituro!!!

Semana da Vida e Dia do Nascituro!!!

     Caros Irmãos e Irmãs:-

   Ontem dia 08 de Outubro foi o Dia do Nascituro e abaixo publico, em primeiro lugar, uma carta pastoral de  D. Orlando Brandes, Arcebispo de Metropolitano de Londrina, sobre a Semana da Vida e o Dia do Nascituro, depois alguns artigos sobre esta data, entre eles o artigo “João Paulo II e o Aborto” de autoria de4 um grande amigo meu, que infelizmente já não se encontra mais entre nós, o finado Bispo de Guarulhos, D. Luiz Gonzaga Bergonzini!!!

Alexandre Luiz Antonio da Luz
Ex-Presidente da Sociedade Protetora dos Nascituros Imaculada Conceição de Maria
Movimento Pró-Vida da Arquidiocese de Curitiba






 Semana da Vida e Dia do Nascituro

26/09/2013

   A primeira semana de outubro é dedicada à vida, ou seja, a “Semana da Vida”.
   O primeiro passo em favor da vida é cuidar, proteger, promover este dom de Deus. São muitos e cada vez mais cruéis os ataques contra a vida. O mais covarde é a eliminação da vida inocente e indefesa do ser humano em botão, desde a fecundação nas trompas da mãe. Desde este momento existe um ser humano novo, com todas as potencialidades para nascer e viver. Todo biólogo e cientista sabe disso. Nem eles mesmos teriam nascido caso alguém os eliminasse, já na fecundação. Simplesmente não existiriam.
   Há muito cinismo e incoerência cientifica dizer que após a fecundação só existe um aglomerado de células. Eis uma mentira cientifica. Ali já existe toda a infra-estrutura, todos os elementos vitais que só irão desenvolver-se nos nove meses de gestação. Na fecundação temos a semente completa do ser humano. Não lhe será acrescentado mais nada, não haverá nenhum salto qualitativo no desenvolvimento do ser que começou a existir na fecundação.
   O feto, o embrião, o nascituro é um ser humano que tem o direito de nascer, é uma vida humana única e original, é um bebê, já é um filho. Seja pois bem vindo, abençoado, acolhido e protegido. Trompa e útero são santuários e ninhos da vida, que não devem transformá-los em cemitérios. Um ser inocente não pode tornar-se vítima da ciência, da cultura, da política. Pelo contrário, deve ser respeitado por estas instituições que existem para defender e promover a vida.
   Políticos e cientistas abortistas não devem receber nosso voto nem nossa confiança, porque eles declaram a pena de morte para o ser humano frágil, inocente, indefeso, que tem direito de nascer e de viver. Nossa sociedade faz leis contra as palmada e ao mesmo tempo emana leis que matam vidas inocentes. Há uma “conjura contra a vida” (João Paulo II). A glória de Deus é o ser humano vivente desde a fecundação. “Não matarás” é a ordem do Criador, “amante da vida” (Sb 11,26). Até os pássaros fazem seus ninhos no alto das árvores e montanhas para proteger a vida. Esta foi a última reflexão da doutora Zilda Arns, antes de ser vitimada pelo terremoto no Haiti. A Pastoral da Criança é também Pastoral das Gestantes.
   Temos gestos tão bonitos em favor da vida como a doação de sangue, de medula, de órgãos. Como não deixar-se tocar pela nobreza e maravilha da adoção de crianças e adultos? Pastoral do Menor, o Mutirão de Combate à fome, os Mandamentos do Motorista, as Comunidades Terapêuticas, Instituições de proteção à mãe solteira constituem uma verdadeira “sinfonia da vida”. Não há coerência nem lógica realizar tudo isso em favor da vida e ao mesmo tempo defender e praticar o aborto. Há tanta manipulação neste assunto principalmente quando se inventam nomes taticamente e maliciosamente “científicos”, mas que são táticas e estratégias abortistas.
   Todos os esforços em favor da ecologia, dos animais, até dos ovos de tartaruga são louváveis porque indicam cuidado pela vida. Da mesma forma devemos cuidar do embrião e ainda com mais zelo e respeito por ser inocente e frágil. O instinto materno é tão forte que a prática do aborto deixa marcas psicológicas irreversíveis. Que nossos médicos cumpram seu juramento de não matar e os encarregados pela reforma do Código Penal, não penalizem a vida frágil e indefesa. Que vença a cultura da vida. Os assim chamados “direitos sexuais e reprodutivos da mulher” defendidos pela Ministra da Secretaria de Políticas das Mulheres não passa de um nome solene para provocar o abortamento de um ser humano em gestação, portanto, um filho. Também o Secretário de Atenção à Saúde tem um plano abortista, inclusive com cartilha para a população.
   O povo brasileiro já manifestou-se tantas vezes contra o aborto, vamos, pois defender a cultura da vida. A verdadeira ciência está a serviço da vida.

  

Dom Orlando Brandes
Arcebispo de Metropolitano de Londrina

http://www.arqlondrina.com.br/Palavra.aspx?cod=195


Oito de Outubro - Dia do Nascituro e do Direito a Vida



   O Dia do Nascituro é dia 8 de Outubro...
   Mas quem é o Nascituro?
   É aquele ser humano que está no ventre materno antes que a mãe lhe dê a luz. Este ser possui o direito de ser respeitado na sua integridade . Já possui dignidade como a de qualquer pessoa.
   Essa data é uma ocasião especial para colocar em evidência o valor e a beleza desse dom precioso que de Deus recebemos. De modo especial salientamos o valor sagrado da vida humana, sem nos esquecermos de todas as demais dimensões que esta abrange.
   Diante de tantos ataques que a vida vem sofrendo em nossos dias é nossa missão reafirmar sua importância inalienável e inegociável. Ela é o fundamento sobre o qual se apóiam todos os demais valores.
   A vida é dom sagrado, deve ser defendida com todas as forças!
   Assistam a esse vídeo...


Postado por Dora Regina  

http://blogdedoraregina.blogspot.com.br/2010/10/8-de-outubro-dia-do-nascituro-e-do.html


Dia do Nascituro 08 de Outubro:- Não ao Aborto


Jerome Lejeune, geneticista, médico e cientista francês, descobriu a trissomia.


Jerome Lejeune e uma criança

   O dia 08 de outubro é consagrado à defesa da vida, à defesa do nascituro, aquela criança que está no útero e vai nascer. O primeiro e principal bem que possuímos é o dom da vida, o direito de nascer. Se não for defendido primeiro o direito de nascer, não adianta reclamar por segurança, por saúde, por educação de uma pessoa que não existe, que não teve o direito de nascer.
   A defesa do direito de nascer não é uma causa somente religiosa. É, também, uma causa humanitária. Se eu ou você, que está lendo este post, não tivéssemos nascido, de que valeria defenderem o nosso direito à saúde, à educação??? De nada adiantaria!!!
   Para refletir o posicionamento da Igreja Católica, nada melhor que as palavra do Beato João Paulo II, a quem recorremos nesta data.




João Paulo II e o Aborto



“Dentre todos os crimes que o homem pode cometer contra a vida, o aborto provocado apresenta características que o tornam particularmente perverso e abominável.” (João Paulo II, Evangelium Vitae, nº. 58)

   No caso de uma lei intrinsecamente injusta, como aquela que admite o aborto ou a eutanásia, nunca é lícito conformar-se com ela, nem participar numa campanha de opinião a favor de uma lei de tal natureza, nem dar-lhe a aprovação com o seu voto. (João Paulo II, Evangelium Vitae, nº. 73)
   Quando uma maioria parlamentar ou social decreta a legitimidade da eliminação, mesmo sob certas condições, da vida humana ainda não nascida, assume uma decisão tirânica contra o ser humano mais débil e indefeso. (cf. João Paulo II, Evangelium Vitae, nº. 70)
   Não pode haver paz verdadeira sem respeito pela vida, especialmente se é inocente e indefesa como a da criança não nascida. (João Paulo II, Discurso ao Movimento Defesa da Vida, Italiano, 2002)
   A tolerância legal do aborto ou da eutanásia não pode, de modo algum, fazer apelo ao respeito pela consciência dos outros, precisamente porque a sociedade tem o direito e o dever de se defender contra os abusos que se possam verificar em nome da consciência e com o pretexto da liberdade. (João Paulo II, Evangelium Vitae, nº. 71)
   Reivindicar o direito ao aborto e reconhecê-lo legalmente, equivale a atribuir à liberdade humana um significado perverso e iníquo: o significado de um poder absoluto sobre os outros e contra os outros. Mas isto é a morte da verdadeira liberdade. (João Paulo II, Evangelium Vitae, nº. 20)
   É totalmente falsa e ilusória a comum defesa, que aliás justamente se faz, dos direitos humanos – como por exemplo o direito à saúde, à casa, ao trabalho, à família e à cultura, – se não se defende com a máxima energia o direito à vida, como primeiro e frontal direito, condição de todos os outros direitos da pessoa. (João Paulo II, Christifideles Laci, nº. 38)
   Quando a lei, votada segundo as chamadas regras democráticas, permite o aborto, o ideal democrático, que só é tal verdadeiramente quando reconhece e tutela a dignidade de toda a pessoa humana, é atraiçoado nas suas próprias bases: Como é possível falar ainda de dignidade de toda a pessoa humana, quando se permite matar a mais débil e a mais inocente? Em nome de qual justiça se realiza a mais injusta das discriminações entre as pessoas, declarando algumas dignas de ser defendidas, enquanto a outras esta dignidade é negada? Deste modo e para descrédito das suas regras, a democracia caminha pela estrada de um substancial totalitarismo. O Estado deixa de ser a “casa comum”, onde todos podem viver segundo princípios de substancial igualdade, e transforma-se num Estado tirano, que presume poder dispor da vida dos mais débeis e indefesos, como a criança ainda não nascida, em nome de uma utilidade pública que, na realidade, não é senão o interesse de alguns. (cf. João Paulo II, Evangelium Vitae, nº. 20)
   Matar o ser humano, no qual está presente a imagem de Deus, é pecado de particular gravidade. Só Deus é dono da vida! (João Paulo II, Evangelium Vitae, nº. 55)
   A rejeição da vida do homem, nas suas diversas formas, é realmente uma rejeição de Cristo. (João Paulo II, Evangelium Vitae, nº. 104)

Postado por Dom Luiz Gonzaga Bergonzini (in memoriam)

http://www.domluizbergonzini.com.br/2011/10/dia-do-nascituro-08-de-outubro-nao-ao.html





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                                  VIDA      X   MORTE

                          AMOR   X   ÓDIO

                          BEM      X   MAL    

   ...A renomada pesquisadora e coordenadora do Núcleo interdisciplinar de Bioética da Unifesp, Professora Dra. Alice Teixeira Ferreira demonstra estar cientificamente comprovado que a vida humana tem início desde a concepção.
   Reforça que não é questão dogmática:- todos os textos de Embriologia Humana consultados, nas suas últimas edições, afirmam que o desenvolvimento humano se inicia quando o ovócito é fertilizado pelo espermatozóide...
   Oras, a ciência prova que o nascituro é um ser humano desde a fecundação!
   O principal direito humano, anterior ao  próprio Estado é o direito à vida!  (direito natural e universal).
   Então...
   Quando a Igreja se declara contra o aborto, não é por um capricho ou dogma!
   O faz por ser a maior defensora dos direitos humanos na Terra!

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Uma Opinião Feminina Sobre o Aborto!!!

Uma Opinião Feminina Sobre o Aborto!!!




     Caros Irmãos e Irmãs:-

   Este blog sempre publicará declarações de mulheres que são Pró-Vidas e contra o aborto; sejam estas declarações exclusivas para o Blog do ALAL, ou sejam publicadas em outros blogs, ou sites, pois desejo sempre mostrar, que a imensa maioria das mulheres brasileiras é contra o aborto e jamais cometeriam este abominável crime!!! Por esta razão, publico abaixo um post do blog Oficina de Valores!!!

Alexandre Luiz Antonio da Luz
Ex-Presidente da Sociedade Protetora dos Nascituros Imaculada Conceição de Maria
Movimento Pró-Vida da Arquidiocese de Curitiba

Uma Opinião Feminina Sobre o Aborto

As 3:02 PM






   Faz algumas décadas que as mulheres descobriram que podem ser ouvidas, podem opinar sobre assuntos importantes, sabem muito bem de si mesmas e que devem lutar por seus direitos e por uma sociedade mais justa. Pois bem. Fazendo uso desse meu direito, hoje escrevo para esse blog pra dizer, como mulher, o que eu penso sobre o aborto.
   Há cerca de um ano atrás estava em discussão a descriminalização do aborto em certos casos e, como ocorre com assuntos polêmicos na era das redes sociais, todo mundo quis dar a própria opinião. Eu não fui diferente e de alguma forma deixei registrada a minha opinião sobre o assunto: desfavorável. Desfavorável por vários motivos que ao longo da semana meus amigos saberão falar aqui melhor do que eu, mas sim, diferente da maioria das pessoas, desfavorável.
   Como aconteceu com outras pessoas que também se colocaram contra o aborto no Facebook, fui criticada, e confesso que achei uma certa graça em algumas das razões que me foram apresentadas. "Isso é uma imposição de uma sociedade machista" e "Isso é moralismo dos cristãos" foi o tipo de coisa que me disseram, como se a minha postura de desfavorável ao aborto fosse algo antinatural e eu só tivesse chegado a esse pensamento por uma lavagem cerebral. As pessoas se admiram que uma mulher possa ser contra ter "direitos sobre o próprio corpo".
   É extremamente contraditório, como se ergue alto a bandeira defendendo os direitos que qualquer cidadão pode ter a saúde, alimentação, paz... E eu concordo com isso tudo, mas essas coisas só podem existir depois que existe a vida. Tanto se discursa contra o preconceito, contra a pobreza e até pelo direito dos animais. Mas o direito a vida não é muito maior do que qualquer outro? E a vida humana a que dá sentido a todas as outras? Como é possível o aborto ser aceito tão facilmente por pessoas tão engajadas e comprometidas com a humanidade, com o planeta?
   Tá bom, considerando que eu sou uma aberração e quero isso pra mim, eu não estou tentando interferir no direito das outras mulheres de fazer o que quiserem com o próprio corpo? Não enxergo dessa forma. O Estado não tem poder de retirar a guarda de uma criança de sua mãe se esta apresenta risco para ela, quando uma criança sofre algum tipo de abuso por parte da família? E isso, por um acaso é interferir nos direitos da mãe? Acho que todos concordamos que a vida de nenhuma criança não pode depender apenas da mãe e ficar a mercê de suas escolhas.
   Um dos comentários que foi deixado na minha página naquela ocasião me marcou de forma bastante especial, em que no meio de várias coisas, a pessoa disse algo do tipo: "é muito fácil interferir na vida de outras pessoas porque você não passou por isso. Quero ver se for você a sofrer um estupro ou descobrir que seu filho é anencéfalo se você vai continuar pensando desse jeito." Nunca entrei nessa discussão só para ganhar, entrei porque acreditava e acredito muito, e por isso aceitei o desfio de pensar sobre o assunto.
   A verdade é que como qualquer outra mulher, eu corro esses riscos e admito que diante de uma dessas situações (assim como em qualquer situação de dor que se possa enfrentar na vida) tudo o que eu desejaria ia ser sair o mais rápido possível dela. Quem poderia dizer que não é difícil sofrer um estupro ou descobrir que o filho no seu ventre está destinado a morrer pouco tempo após o nascimento? Mas a conclusão a que cheguei, e respondi dois dias depois, é que eu não sei com certeza como eu reagiria em uma situação dessas, mas eu sei bem o tipo de pessoa que eu quero ser.
   Eu acredito que a mãe saiba que aquela vida que cresce de alguma forma é parte dela. Não no sentido de que lhe pertence e ela tem o direito que quiser, mas no sentido que lhe dá o instinto de preservar, de cuidar, de proteger... E ainda tem um fator que não estou trazendo em conta aqui, porque nunca o experimentei. É aquele amor, aquele carinho, aquela doação... Aquilo nós ouvimos por "só-quem-é-mãe-entende". É antinatural uma mãe amar incondicionalmente seu filho? É antinatural um ser humano defender os direitos do outro?
   Na verdade, acredito que seja exatamente o contrário. As pessoas fazem força para se dessensibilizar diante do aborto, de se convencer que não é um ato repugnante. E quando pensamos nas justificativas para se realizar um aborto, é a troco de quê? Livra-se da lembrança de uma gravidez traumática? Não ter quer conviver com uma criança (que, só em nível de lembrança, não possui culpa alguma) que é fruto de um estupro? Não passar por situações financeiras complicadas? De não ter que criar um filho sozinha? Não atrapalhar os planos de carreira e de vida de uma mulher? Os motivos podem ser até grandes, mas quando colocamos em proporção com o que está em jogo, não me restam dúvidas.
   Por piores que sejam as condições em que uma gravidez aconteça... Pensando, primeiro como ser humano, e depois como mulher, como alguém que – se Deus quiser – um dia vai ser mãe, não consigo pensar em nada que pode valer mais do que a vida do próprio filho.


Fernanda Gonzalez

Estudante de Engenharia Ambiental - UFRJ / Oficina de Valores

http://oficinadevalores.blogspot.com.br/2013/10/uma-opiniao-feminina-sobre-o-aborto.html

http://www.linkscatolicos.com.br/2013/10/uma-opiniao-feminina-sobre-o-aborto.html



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